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213 - AUTOFLAGELAÇÃO

Autoflagelação é o ato de causar flagelo a si mesmo, de castigar fisicamente a si mesmo. Tal atitude geralmente é tomada motivada pelo sentimento de culpa (que leve a acreditar necessitar de punição, neste caso por consequência de remorso) ou então como uma forma de aliviar alguma dor (geralmente causada por depressão, stress ou síndrome do humor bipolar).

A auto flagelação pode estar presente em vários rituais de diferentes tribos indígenas ou religiosas.

Ela vem atingindo os adolescentes hoje em dia, que se flagelam com cacos de vidros ou com lâminas, decorrente da depressão ou da vontade de sentir a dor física para tentar a mental que está sofrendo.

Católicos radicais carregam cruz e se autoflagelam com cordas e açoites de bambu em tradicional ritual da Semana Santa no vilarejo de San Matias, província de Pampanga, nas Filipinas.

O Vaticano condena a autoflagelação, mas os fiéis radicais filipinos sustentam que é preciso sofrer a mesma dor de Jesus Cristo para manterem a fé.

Durante os feriados da Semana Santa, em algumas partes do mundo católico (no Brasil inclusive), é comum pessoas participarem de rituais de autoflagelação como forma de expiação dos pecados da alma e do corpo.

Alguns usam chicotes com lâminas afiadas nas pontas e se açoitam nas costas até sangrar muito. Outros carregam pesadas cruzes para lembrar o calvário de Jesus Cristo em direção à crucificação. As imagens desses ritos, considerados sagrados por quem os pratica, são chocantes.

Mas é nas Filipinas onde essa tradição, que não é vista com bons olhos pela Igreja Católica, é levada às últimas conseqüências. Lá é comum fiéis serem pregados em cruzes, onde permanecem por algumas horas expostos ao sofrimento extremo. O governo local já alertou sobre os perigos dessa prática dolorosa. Tanto que os homens e mulheres que participam destes rituais estão sendo aconselhados a usarem chicotes limpos e tomarem vacinas antitetânica, antes de se submeterem às dores do autoflagelo.

Religiosos xiitas usam correntes durante a celebração, que dura dez dias.
Ashura é homenagem à morte de Imam Hussein, neto do profeta Maomé.

 

 

 

PRAIÁ
Os pankararu e kambiwá acreditam na força encantada presente nos escolhidos para vestir os fardamentos (feitos da cabeça aos pés da fibra do caroá), que escondem a identidade e fazem aumentar o mistério da prática. Quando realizam promessas, os índios têm que pagá-las, promovendo uma festa com oferendas. No povo kambiwá, o ritual é realizado uma vez por mês, no período da lua cheia. O povo pankararu (foto) realiza eventos ao longo do ano que contam com a participação dos praiás, a exemplo da corrida do umbu, que ocorre no mês de março quando eles encontram o primeiro umbu maduro, simbolizando o início da safra; e do menino do rancho, uma espécie de rito de iniciação.  É também no período da corrida do umbu que os índios fazem, paralelamente, a queimação da cansanção, um tipo de urtiga braba que é utilizada como autoflagelo.

 

Sundance

Quero discorrer um pouco sobre a cerimônia Wiwang Wacipi - Sundance ou a Dança do Sol.

Trata-se de um dos grandes ritos dos nativos norte-americanos, que ficou conhecido no filme : O Homem Chamado Cavalo. Faz parte dos Sete Rituais Sagrados passsados pela Mulher Novilho Búfalo Branco, que também passou o Cachimbo Sagrado - Chanumpa.

Hoje em dia ela é feita principalmente por índios, mas, eu mesmo presenciei a presença de brancos.

Nesse rito o sacrifício do corpo é oferecido.O dançarino tem seu músculo peitoral perfurado por um piercing que é atado em tiras de couro, onde é içado e pendurado numa árvore ( que simboliza a arvore da vida ).

 

 
 

 

fontes:

Wikipédia

http://www2.uol.com.br/JC/sites/indios/grafico_rituais.html

http://www.xamanismo.com.br/Teia/SubTeia1192610740It001

 

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