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compilado por Beraldo Lopes Figueiredo

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05 - FASE DE EXTERIORIZAÇÃO DA CONSCIÊNCIA

INDICE:

 

5.01 - DECOLAGEM

5.02 - FAIXA DE ATIVIDADE DO CORDÃO ASTRAL

5.03 - RESPIRAÇÃO NA DECOLAGEM

5.04 - MENTE CONTROLADORA DO CORPO ASTRAL

5.05 - NÍVEL DE LUCIDEZ FORA DO CORPO FÍSICO

5.06 - FATORES EXTERNOS NA PROJEÇÃO

5.07 - VISÃO EXTRAFÍSICA

5.08 - CONDIÇÕES DO PSICOSSOMA

5.09 - TRANSLOCAÇÃO DO PSICOSSOMA

5.10 - COMUNICABILIDADE CONSCIENCIAL

5.11 - HIBERNAÇÃO CONSCIENCIAL

5.12 - AMPARADORES

5.13 - ATAQUES EXTRAFÍSICOS

5.01 – DECOLAGEM:

O CORPO ASTRAL (PSICOSSOMA) pode subir e fazer um ângulo de 90º seguir na vertical. Pode fazer um semi-círculo até ficar de , pode sair rolando, sair por afundamento, pela cabeça, pelos pés, em forma de hélice primeiro os pés formando um  “L” ficando preso pela cabeça (TRENDELEMBURG). Pode haver projeções parciais, dos pés, braços.

A Decolagem lúcida, é um das sensações mais espetaculares que um ser pode sentir.

 

Ocorre após o “EV” (Estado Vibracional).

 

 Clique aqui para visualizar a decolagem.

 

 

 5.02 - FAIXA DE ATIVIDADE DO CORDÃO ASTRAL:

Quando o corpo astral decolar, em regra perto do corpo físico, estará cataléptico ou semicataléptico (paralítico). Enquanto estiver na horizontal, a tendência é apresentar este estado. Quando ele ficar de na vertical, poderá ou não apresentar dificuldades dos movimentos motores (braços, pernas, tronco e cabeça). As vezes o projetor sente o coração bater na nuca, elo do CORDÃO ASTRAL (CORDÃO DE PRATA).

 

FAIXA DE ATIVIDADE DO CORDÃO:

Autor: Sylvan J Muldoon - Livro Projeção do Corpo Astral

 

Quanto menor o espaço entre os dois corpos, tanto maior o seu impulso magnético e tanto mais difícil é manter a estabilidade do fantasma. Quando ligeiramente fora de coincidência, o cordão tem o diâmetro de um dólar de prata. É o mais grosso calibre do próprio cordão, embora a aura que o circunda dê a impressão visual de que sua grossura seja de cerca de 15 centimetros.

 

O diâmetro decresce à proporção que aumenta a separação dos corpos, até uma determinada distância, quando ele atinge o diâmetro mínimo, que se mantém até o infinito. Então o seu calibre é mais ou menos o de uma linha de coser. Desde a separação imediata até a distância em que o cordão atinge o diâmetro mínimo, há nele uma intensa atividade. É a essa distância que se denomina faixa de atividade do cordão.

 

Naturalmente eu desejava determinar até onde vai essa faixa de atividade, pois me parece que isso teria importante significado na projeção do corpo astral. Assim, na primeira projeção consciente que tive depois disso, notei com muito cuidado o lugar em que me achava, quando o cordão chegou ao seu diâmetro mínimo. Quando novamente desperto, tomei uma trena e medi a faixa de atividade do cordão, verificando que era de 4,5 metros. Por algum tempo julguei que o cálculo estava certo. Quando, porém, repeti a experiência, para controlar a primeira, cheguei a um resultado diferente. Dessa vez achei apenas 2 metros.

 

Estava claro, pois, que as faixas de atividade do cordão eram variáveis e, detendo-me durante mais de um ano sobre o assunto, descobri casualmente por que essas faixas de atividade variavam. Descobri que, quando não me sentia tão bem como de costume, as faixas de resistência ou de atividade do cordão eram inferiores às do quando me achava em melhores condições físicas.

 

Novas pesquisas apenas reforçaram a descoberta. E, repito, quanto mais a gente pesquisa esse fenômeno da projeção astral, mais certeza adquire de que a coordenação material é um poderoso fator negativo a influenciar os resultados. Quanto mais saudável é o sensitivo, tanto mais energia é acumulada no condensador (corpo astral); quanto mais forte o fluxo de energia através do cordão astral - desde que consiga projetar-se inteiramente - tanto mais extensa será a faixa de atividade do cordão.

 

Quanto mais energia se condensa no corpo astral, tanto mais este estará preso ao corpo físico. Quanto mais enervado fica o indivíduo, tanto menos energia acumula no condensador, tanto menos ligado ao corpo físico e tanto menor será a faixa de atividade do cordão. E se uma pessoa se torna demasiado fraca, o astral não pode permanecer no corpo físico: sai e, por vezes, definitivamente. Então o médico declara que ela "morreu por falta de alimento!"

 

Assim, é óbvio que a faixa de atividade do cordão varia de acordo com a saúde do projetor. Uns poucos centimetros de separação entre os corpos, e o cordão atinge mais ou menos o diâmetro de um dólar de prata, independentemente das condições de saúde. Mas a diminuição daquele diâmetro será mais rápida no indivíduo enervado. Quando fisicamente em condições regulares, o cordão se afina, conforme a distância que separa os corpos, mais ou menos nestas proporções: com poucos pés de separação, vai para cêrca de 4,2 centímetros; a dez pés, para cêrca de 2 centímetros; a quinze pés, está no seu roinimo, não mais variando até o limite extremo de afastamento.

 

Tem um colorido cinza-esbranquiçado e, quando muito distendido, não difere muito de um longo fio de teia de aranha. Da coincidencia até o extremo limite da atividade do cordão há sempre uma dupla ação no mesmo, - pelo menos quanto a gente pode perceber. Contudo aventuro-me a dizer que há várias atividades demasiado sutis para serem percebidas pelo indivíduo que se projeta conscientemente, mesmo quando observe o cordão a pouco distância.

          

Uma delas é uma certa pulsação regular; a outra parece uma ligeira expansão e a contração do órgão esticado. Estão ostensivamente mergulhados. Sem dúvida isso depende das operações que se realizam. O movimento do cordão é uma manifestação externa de um sutil processo vital. Já foi feita noutro lugar uma referência à distinção entre a expressão "passagem", no momento da morte, e a projeção do corpo astral. A diferença reside no fato de se achar intacto o cordão astral, ligando os dois corpos durante a projeção.

 

O corpo astral é o condensador de energia cósmica a mesma que empregamos para andar. Essa energia é o "sopro de vida". Onipresente em tudo quanto vive. A história de Adão e Eva certamente é um ficção, mas o antigo escritor tocou na verdade sôbre a matéria quando disse: "Formou pois o Senhor Deus ao homem do barro da terra, e inspirou no seu rosto um assopro de vida, e foi feito o homem em alma vivente".

 

Sem este sopro de vida o homem não passaria de 'barro da terra". O sopro de vida é a energia cósmica, condensada no corpo astral, que todos usam continuamente. Podeis pensar que sois um corpo vivo - sois, porém, segundo Moisés, "uma alma viva". A entidade astral é que constitui o Eu real; é a energia universal que é o sopro de vida.

 

Mas, que tem tudo isso com o cordão astral? Simplesmente o seguinte: Quando o corpo astral está em coincidência, a gente está fisicamente viva. Quando o corpo astral se move fora de coincidência, a gente está fisicamente morta - a menos que o cordão astral, que liga o corpo energético ao corpo físico, esteja intacto. Essa é a finalidade da "linha de força" astral: dar o "sopro de vida" ao corpo físico, enquanto o corpo sutil se achar projetado.

Durante a exteriorização, a respiração e a pulsação do coração da parte material devem ser - mantidas; e quando o fantasma se acha dentro dos limites da atividade do cordão, qualquer manifestação externa desta ação pode ser percebida em toda a extensão do cordão. Já sofrestes uma dor de cabeça com pulsações regulares na parte posterior da cabeça? Salvo a dor, essas pulsações são semelhantes às sentidas na região da medula ablongada na exteriorização - desde que o fantasma seja consciente. E elas correspondem às batidas do coração.

 

Cada pulsação do coração pode ser sentida no astral; cada pulsação é expressa através do cordão e produz um batimento no coração físico. As três são simultâneas. A gente não só é capaz de sentir no cérebro astral os batimentos ao coração, como também tocando o cordão astral com a mão astral, do mesmo modo que quando tomamos o próprio pulso com a mão.

 

Cada respiração feita no astral pode ser vista pulsando no cordão astral e produz uma respiração reflexa no corpo insensível. Quando exteriorizado conscientemente, podeis, por vontade própria, suspender a respiração, do mesmo modo que quando em coincidência. Mas não é bom fazê-lo, especialmente quando se é simples amador, pois pode sobrevir uma congestão, e, em conseqüência, a morte.

 

Muitas vezes tentei sustar a respiração, quando projetado conscientemente e dentro da faixa de atividade do cordão. No instante em que se prende a respiração, aquela mencionada ação de ligeira contração e expansão cessa no cordão astral, do mesmo modo que no corpo físico. Mas quando a respiração cessa, continua a pulsação regular. Uma respiração profunda no astral produz uma idêntica no físico, do mesmo modo que uma respiração curta, etc. A gente respira no astral e o coração bate exatamente como quando nos achamos em coincidência. Nosso coração bate porque dentro dele bate o coração astral. “ É o Espírito que anima!"

 

Quando se dá a exteriorização, há uma constante sensação de puxar e empurrar o cordão astral, que pode ser observada em apreciável grau pelo projetor, quando dentro dos limites de atividade do cordão. Se puderdes imaginar um gigante formidável segurando-vos por detrás da cabeça, com uma garra firme, braço esticado, alternativamente empurrando-vos e puxando-os, movendo-vos para um lado e para o outro, sempre vos segurando pela cabeça, ainda assim poderíeis sentir uma pulsação regular. Então podeis imaginar como se sente o projetor dentro daquela referida faixa.

 

Essa pressão no cordão varia de acordo com a distância: quanto mais próximos de coincidência estiverem os corpos, maior será a pressão. Ora, poder-se-ia dizer, quanto maior o espaço entre os corpos, menor será o diâmetro do cordão e menor a resistência. Assim deverá ser para qualquer um que contemple uma projeção, pois é difícil realizar muito mais, dada a faixa do cordão.

 

Vimos como a respiração no corpo físico é controlada pela parte astral, e como é possível intervir conscientemente nessa função vital. Verifiquei que a intervenção consciente exercerá um controle sobre a resistência do cordão. Assim, também, os batimentos do coração afetá-la-ão igualmente. Quanto mais calma a respiração, tanto menor a tração no cordão. Quando consciente, o fantasma respira forte e profundamente, dentro dos limites da atividade do cordão; então a tração no cordão aumentará - por vezes a ponto de atrair e até mergulhar o astral no corpo físico. Experimentei-o e sei que assim é. Por outro lado, quanto mais rápidos e fortes os batimentos do coração, maior a resistência do cordão.

 

Posto que a suspensão da respiração, em estado de consciência, diminui a resistência do cordão, essa prática não é recomendável, quando se deseja ultrapassar o limite de atividade do mesmo cordão. Porque, corno ficou indicado, a parte física pode ser lesada pela falta de oxigênio, principalmente porque já se encontra numa condição mais fraca. O ponto mais importante é que a emoção aumentará a tensão no cordão e terá um efeito negativo no êxito da projeção. Por quê? Apenas porque a emoção aumenta a respiração e os batimentos do coração.

 

Suponhamos, por exemplo, que quereis praticar uma exteriorização consciente dentro dos limites da atividades do cordão e que estivésseis receoso. As emoções aumentariam os batimentos do coração e a respiração se aceleraria. A parte física ficaria mais animada; a resistência do cordão aumentaria muito e, a menos que outros fatores interferissem, favorecendo a exteriorização, dar-se-ia a interiorização, isto é, a coincidência.

 

Conquanto a "linha de força" astral possa ser comparada a um cabo de borracha, em certo sentido não o é. Suponhamos uma borracha ou um cabo elástico, presa pelas extremidades e puxada. Quanto mais distendida, mais diminui o seu diâmetro e aumenta a resistência. Com o cordão astral, à medida que se distende, mais diminui o diâmetro, mas também diminui a resistência.

 

A força que trabalha no cordão não é por este produzida: é antes misteriosa. Por vêzes ela parece bem governada e projeta ràpidamente o fantasma. Mas parece também errática: ora impelindo o astral para a frente, ora o atraindo para o corpo; orao lançando para um lado, ora para o outro.

 

Entretanto, durante toda a projeção há fatores em ação que auxiliam, como os há que obstruem o fenômeno - aliás como tudo na natureza. Quando predominam os fatores positivos, a projeção progride de maneira regular e bem controlada.

 

Se predominarem os fatores negativos quando ainda há coincidência, a projeção não se realiza. Se os fatores negativos começarem a se fazer mais fortes quando o fantasma começa a projetar-se dentro da faixa de atividade do cordão, eles interferem na ordem do processo. E, conquanto essas duas forças opostas estejam sempre presentes, as influências coadjuvantes devem ser necessàriamente um pouco maiores do que as que lhes são opostas, a fim de que a exteriorização não cesse.

 

As forças que trabalham o cordão astral controlam-no, conforme o equilíbrio entre aqueles fatores positivos e negativos, sempre presentes. É preciso lembrar que não é o fantasma que sai do corpo físico ou volta para ele. É aquela força subconsciente. Ao fantasma consciente parece que o cordão tem inteligência. É apenas a força subconsciente que age nele, Essa força depende do equilíbrio entre fatores positivos e negativos.

 

Quando tais fatores mais ou menos se equilibram e quando o fantasma atingiu a separação, isto é, uma distância de cerca de seis pés, haverá instabilidade do corpo, um balanço de um lado para outro, ou para a frente e para trás. Já vimos como a emoção aumentará a tração do cordão astral e como a serenidade a diminuirá. Na verdade, é muito raro não haver conflito entre esses fatores opostos durante a projeção. Os sons, bem como as emoções, aumentarão a tensão no cordão. Assim, é óbvia a necessidade de silêncio.

 

5.03 – RESPIRAÇÃO NA DECOLAGEM:

 

A respiração oscila entre um homem e uma mulher, mas dentro de um média na vigília entre  17 a 20 vezes por minuto.

 

Na decolagem  é a última sensação que se perde e a primeira ao retomar a interiorização. A respiração tem um fator VITAL na projeção astral consciente. A sensação de parar de respirar trás os seguintes fatores a ser comprovado:

 

Fardo: após conhecer esse fato, podemos sentir o alívio que é não respirar.

 

Liberdade: Essa sensação de perder esse processo gera uma sensação de liberdade.

 

Natureza: Respirar é um processo mecânico, corporal, grosseiro se comparado com a leveza sutil do psicossoma.

Leveza: A falta de peso do corpo físico gera um alívio momentâneo nos movimentos do corpo astral.

 

5.04 - MENTE CRIPTOCONSCIENTE (CONTROLADORA DOS MOVIMENTOS DO CORPO ASTRAL):

Existe uma faixa de intensa atividade do cordão de prata sobre o corpo astral, justamente é essa faixa e o controle da mente criptoconsciente é que controlam o corpo astral.


Quando se projetar, o projetor deverá se afastar do corpo físico, SAINDO DESSA FAIXA DE ATIVIDADE, se conseguir através da vontade mental, ordenar que o corpo se afaste e este obedecer ele vai adquirir todos os movimentos do corpo astral.

 

A MENTE CRIPTO-CONSCIENTE:

Autor: Sylvan J Muldoon - Livro Projeção do Corpo Astral

Quando é empregado o método da vontade passiva, verifica-se que não é a vontade consciente que move o corpo astral, exteriorizando-o, mas a vontade inconsciente. A razão por que a vontade passiva e consciente é tão poderoso fator é que ela atua ao extremo, aplicando uma extrema "pressão" sobre a mente inconsciente. Então a mente subconsciente ou inconsciente trabalha sobre si mesma para conseguir a projeção.

 

Também não é a inteligência controladora a ordinária mente subconsciente, que não raciocina, mas é um departamento da mente inconsciente que raciocina, analisa e dirige. Alguns autores a identificam com a mente superconsciente. Pelo menos supõe-se que a inteligência controladora seja a mente superconsciente.

 

Esse departamento da mente inconsciente tem vontade própria, assim como a mente consciente. Devido a essa divisão da mente inconsciente possuir tôdas as qualidades da mente consciente, inclusive a de ter vontade própria, eu a chamarei mente cripto-consciente. E é esta vontade que temos chamado vontade subconsciente, para reduzir a coisa a termos mais simples.

Do mesmo modo, não foi necessário indicar nenhum dos vários departamentos da mente. E me tenho referido, de modo geral, à mente subconsciente e à vontade subconsciente. Mas agora, a fim de melhor explicar os muitos aspectos interessantes dêste fenômenos, tomou-se necessário compreender essa distinção. Lembremos, então, que a inteligência controladora de uma projeção do corpo astral é a mente cripto-consciente.

 

Uma vez começados o estudo e a prática da arte, a mente cripto-consciente estará apta para dominar todos os assuntos, isto é, planejar uma projeção, aparentemente sem propósito, e utilizar a sua própria vontade independente de qualquer outra mente. Assim, o paciente de súbito descobre que é vítima de uma projeção, e que a inteligência interna o está controlando, em vez de êle controlar a inteligência.

Quando se dá essa projeção automática, pouco se pode fazer para a evitar. Um ocultista alcançou a significação dessa condição, pois, escrevendo sobre o assunto, diz: "Durante o desdobramento, parece que o astral toma uma vontade própria e pode avançar muito, mesmo quando a gente não se dê conta".

Eis, então, uma outra causa da chamada projeção espontânea, praticamente automática. Quando a mente cripto-consciente pratica uma projeção astral automàticamente, parecem de pequena importância as leis atribuídas à projeção ordinária, como a pressão, a incapacidade, etc. A força exercida sôbre o corpo astral é muito poderosa. Experimentei esse tipo de projeção astral, quando não havia a incapacidade física, e em pleno dia, sem quietude ambiente e quando deitado em frente ao meu corpo!

Algumas vezes antes verifiquei que a inteligência controladora, durante a projeção astral, parece estar presente, no ar, no cordão fluídico, algures, não sei onde. Veja-se o relato da primeira experiência. Entretanto a gente pode ficar consciente, sem que, por vêzes, tenha controle sobre a inteligência que o movimenta à vontade.

A mente cripto-conscíente é a inteligência que eleva o corpo astral, que o atira e (j arranca da catalepsia, vira o corpo no ar, o exterioriza, o põe na vertical e faz outras manobras semelhantes. A mente cripto-consciente pode executar um sem número dêstes movimentos interessantes de destreza com o corpo astral, controlando-o como um hipnotizador controla o sensitivo e, ainda, com a curiosidade de que a gente pode estar todo o tempo consciente e sob a influência da vontade cripto-consciente,

A mente cripto-consciente, para o conseguir, opera com poderosa fôrça sutil. Esta força, que movimenta, mas que a inteligência dirige, é o fator que menos conhecemos. E é, fora de dúvida, inerente a todas as criaturas. Se pudéssemos descobri-la, explicá-la, compreender sua constituição e sua natureza, poderíamos fazer um grande passo na explicação de muitos fenômenos físicos estranhos, como os batimentos, a telecinesia, etc.

 

 

MANIFESTAÇÕES CRIPTO-CONSCIENTES, E NÃO DE FANTASMAS DOS MORTOS (ANIMISMO)

Em muitos médiuns, operando sob esta força oculta, a mente cripto-consciente faz coisas curiosas, tais como manifestações físicas. A força está no médium e é dirigida pela mente cripto-consciente, enquanto os espíritos, do outro lado, são tomados como responsáveis pelos fenômenos. Nem mesmo o médium imagina que aquela inteligência, por detrás das manifestações, seja a mente cripto-consciente.

Não sei de nada que aja mais inteligentemente do que a inteligência cripto-consciente, quando tem alguém sob controle ainda quando fazendo coisas extremamente cômicas. Penso que essa mente cripto-consciente por vezes produz efeitos que divertem os assistentes, exatamente como queiram ser divertidos, e assombram um lugar com batimentos, etc, apenas porque seres humanos que aí residem esperam ouvir ou ver as "manifestações", Compreende-se que tudo isto não poderia ser tomado na conta de alucinações.

Os seres humanos podem assombrar a casa em que vivem: podem vir e ouvir manifestações físicas, que atribuem aos espíritos, mas que são produzidas por suas próprias mentes cripto-conscientes, operando sob esta força oculta. E dirão: - "Nada fizemos para produzir essas manifestações; portanto outros espíritos as devem ter produzido". Contudo, não vos enganeis: os espíritos também podem produzir semelhantes manifestações, como casas assombradas, etc. Mas não devemos levar tudo à sua conta.

 

Considero provável que muitas mensagens, dadas por um médium controlado, e recebidas como diretamente de espíritos amigos, sejam dadas pela mente cripto-consciente do médium. Não será avançar muito dizer que a mente cripto-consciente pode até representar um amigo morto, ao dar a mensagem.

 

Muitos ocultistas adiantados concordam que muitos fenômenos psíquicos sejam produzidos pela inteligência interior do médium, operando mediante alguma força vital, enquanto muitos são provocados por espíritos. E essa inteligência oculta que age tão inteligentemente, é a mente cripto-consciente, :f. a inteligência controladora por detrás da projeção do corpo astral, operando sob alguma fôrça sutil e manobrando o corpo à vontade.

 

De fato, essa manobra inteligente do corpo astral é uma das mais admiráveis impressões que a gente tem, quando c0meça a experimentar projeções astrais inteiramente conscientes. Não direi que é a primeira percepção admirável, mas será a segunda. A primeira, quase que abaladora, é a de estar vivo, quando a gente se sabe fora do corpo físico.

A realização disto, quando projetado conscientemente, ao se olhar para o corpo físico sem vida, é demasiado estupenda para ser tomada como verdadeira e nos lança num estado quase estático. Depois que nos recobramos dessa primeira impressão, o segundo milagre visual é a maneira de agir e a destreza da inteligência em operação.

 

MODOS DE FUNCIONAMENTO DA MENTE

Consideremos agora as várias maneiras pelas quais a mente funciona desde o começo da projeção do corpo astral até o extremo limite da atividade do cordão fluídico; depois, além desse limite.

Consideremos primeiro uma projeção - intencional ou não - que ocorre durante o sono, quando há uma pressão - do desejo ou do hábito - na superfície da mente comum, ou subconsciente, que chamamos mente cripto-consciente, isto é, a mente inconsciente trabalha dentro de si mesma.

A mente cripto-consciente começa a considerar a pressão, o problema, e, por um processo de raciocínio, decide que o caminho para eliminar ou facilitar a pressão que se acha na mente subconsciente comum é projetar o corpo astral e deixar que o mesmo trabalhe fora dessa pressão.

É possível que a mente cripto-consciente faça essas coisas à noite, quando dormimos, porque sabe que não o fazemos durante o dia, pois poderíamos interferir conscientemente; isto é, a mente cripto-consciente verifica que a mente consciente está presa ou inibida, em muitos casos, de trabalhar fora dêsses esforços e, portanto, os põe à vontade quando estamos inconscientes. De qualquer modo, a mente cripto-consciente toma o contrôle, dirige a "fôrça" sutil e produz a projeção.

 

Quando o corpo astral está no ato de se projetar, o paciente por vezes pode:

 

1.       Estar inconsciente. Nesta condição a vontade cripto-conscíente governa todo o movimento do corpo astral, atraindo-o para cá e para lá, no plano astral, fazendo trabalhar fora dos hábitos, satisfazer os desejos, etc.

 

2.       Estar consciente, e, pela vontade consciente, influenciar o controle dos movimentos de saída e de entrada. Mas jamais poderá influenciar a inteligência controladora para mudar o percurso de exteriorização ou de interiorização do fantasma. É esta uma atividade que fica invariàvelmente estável - o caminho percorrido pelo fantasma.

Por exemplo, a gente pode sugerir, quando consciente, erguer-se no ar e ficar parado; e a fôrça controladora responderá à sugestão e moverá o corpo para o alto; ora, quando a gente está sendo levantada para a posição vertical, pode sugerir ficar na horizontal e ficará mesmo.

Assim, por vêzes temos contrôle sôbre a mente cripto-consciente, mesmo dentro dos limites de atividade do cordão. De fato isto é certo na maioria dos casos.

 

3.       Noutras ocasiões podemos estar conscientes mas absolutamente incapazes de influenciar a mente cripto-consciente pela sugestão consciente. Isto se dá quando a mente cripto-consciente recebeu de si mesma uma vontade muito determinada. Quando isto se dá, o que melhor se pode fazer é deixá-la agir à vontade, porque, na verdade, nada poderia ser feito para obstá-la. Quando a mente cripto-consciente planeja uma projeção, independente de qualquer outro pensamento, uma projeção quase automática, a gente pode estar consciente, mas inteiramente sob a vontade da mente cripto-consciente, até o fim do limite de atividade e, até, além dêle. Entretanto, em regra, quando se atinge o extremo da faixa de atividade, há possibilidade de esôlha e pode-se fazer como se queira. Ainda mais, a fôrça interna pode intervir a qualquer momento, como vêdes. Então é possível considerar como a mente trabalha além da faixa de atividade do cordão fluídico.

 

Presumindo, então, que estejamos conscientes, além daquela faixa, ou, por outras palavras, que estejamos normalmente conscientes no astral, o corpo estará totalmente sob o controle de nossa mente consciente; e podemos andar como sempre fazemos na matéria. Lembremos que isso é andar em velocidade  normal. Agora, queremos ir à casa do vizinho, mas sem fazer nenhum esforço. Instantaneamente começamos a andar - aparentemente tudo vem ao nosso encontro, passando, atravessando. Estamos conscientes, sabemos o que estamos fazendo, mas não estamos usando a própria força de movimento. Esta é a velocidade intermediária e é análoga à condição dentro da faixa de atividade, na qual podemos sugerir à inteligência controladora, a qual responderá.

Mas se quisermos ir à casa de um amigo, a dez milhas de distância, instantaneamente lá nos acharemos. É a velocidade supranorrnal, e é sempre inconsciente. Na casa do amigo andamos quase normalmente ou nos movemos na velocidade intermediária, à vontade. Cito isto apenas para mostrar como a nossa mente interna pode interceptar as outras a cada passo, durante a projeção do corpo astral. Isto também se dá com os espíritos que vivem no plano astral. E é ilustrado por uma experiência que fiz, aliás uma das menos comuns que jamais fiz.

 

5.05 – NÍVEL DE LUCIDEZ FORA DO CORPO:

A Lucidez varia muito. Podendo ser: Semi-consciente, consciente e super-consciente.

Muito raro será uma projeção astral lúcida do princípio ao fim do fenômeno projetivo, existem oscilações constantes do fenômeno, principalmente no princípio, quando o projetor se acorda no meio de uma projeção, principalmente na decolagem acordando lentamente durante o processo.

  

5.06 – FATORES EXTERNOS A PROJEÇÃO:

5.06.1 – Tempo: qualquer tempo é bom para realizar a projeção, mas recomenda-se não realizar a projeção lúcida quando o tempo estiver carregado de raios e trovões.

 

5.06.2 – Temperatura: Qualquer temperatura é ideal para a projeção, porém cobertas pesadas podem prejudicar o relaxamento corpóreo.

 

5.06.3 – Horário: A noite a indução e a energia são propícias, mas a tarde as projeções são mais tranqüilas, devido a ação da luz, porém deve-se frisar que a LUZ SOLAR é inibidora a projeção astral conscientes, para os principiantes.

 

5.06.4 – Luz Ambiental: Fora da matéria não existe noite para a consciência projetada, o astral possui uma luz própria, e se caracteriza por não gerar sombra. Quanto a luz ambiental ideal é a penumbra, mas não é um fator relevante.

 

5.07 – VISÃO EXTRAFÍSICA:

Dentro das características dos tipos de visões astrais, podemos destacar: Visão ordinária monocular, visão estereoscópica ou binocular, visão circular, visão panorâmica ou 360º , retrovisão, visão monocromática, visão de raio X, visão microscópica, visão no escuro, zoom e tantas outras.

 

Projeção Cega, é quando o projetor sabe que está projetado, mas a cegueira é total, dizem que isso ocorre por falta de ENERGIA CONSCIENCIAL, outros afirmam ser EXCRESCÊNCIAS da densidade do duplo etérico.

AUTOPASSES na cabeça do psicossoma (paracabeça) podem melhorar esta deficiência.

 

 

5.08 – CONDIÇÕES DO CORPO ASTRAL PROJETADO:

5.08.1 –AUTOLUMINOSIDADE do Corpo Astral: Causado pelo campo de energia consciencial, destaca-se o grau de luminosidade, brilho, cor predominante e uniformidade.

 

Tipos: Pelo psicossoma com o duplo etérico e pelo corpo mental.

Desvantagens: Num ambiente hostil, essa autoluminosidade pode atrair predadores, vampiros e espíritos atrasados.

Essa luminosidade nada tem a ver com a AURA ASTRAL.

 

5.08.2 – AUTOPERMEABILIDADE do Corpo Astral: Ato de atravessar objetos sólidos. Autopenetração.

Varia de acordo com a densidade da matéria astral e existem subdimensões em que este processo se torna penoso, difícil e até impossível.

Certas barreiras vibratórias não deixam essa autopenetração acontecer em alguns casos, mas de um modo geral não acontece isso.

 

Tipos: Atravessar objetos do plano físico; Atravessar objetos do Plano astral; Atravessar seres encarnados; Atravessar seres desencarnados. O fato do corpo astral possuir a autopermeabilidade não impede de ter o tato no corpo astral.

 

5.08.3 – ELASTICIDADE do Corpo Físico: A plasticidade do corpo astral é notável, permite a auto-transfiguração, elongação de membros, tamanho, deformação, etc.

 

5.08.4 – INAUDIBILIDADE do Corpo Astral: Inaudível no plano físico um corpo astral por estar noutra dimensão, noutra vibração, poderá gritar que não será ouvido no plano físico.

 

5.08.5 – INVISIBILIDADE do Corpo Astral: O corpo astral é invisível no plano físico, não pode ser visto a olho nu por um encarnado na vigília. Em alguns casos conforme a subdimensão, também não será visto no plano astral por alguém que está noutro subdimensão.

 

5.08.6 – INVULNERABILIDADE do Corpo Astral: Imunidade Extrafísica e física,  o psicossoma não pode ser lesionado no plano astral, mas isso não confere a imunidade total, que poderá sofrer perdas de energias através de vampirizações.



 

5.09 – TRANSLOCAÇÃO DO CORPO ASTRAL PROJETADO:

Pode ir a qualquer lugar dentro do plano astral e visitar qualquer lugar no planeta e até viagens transgaláticas.

 

Tipos: Mudança Vibracional, quando mudamos de dimensões e subdimensões; Deslocamento Físico: Quando percorremos metros, kilometros, milhas ou anos-luz neste caso deslocamento no mundo físico.

 

Mecanismos: Caminhando, correndo, volitando (Voando), vibrando (alterando estado da consciência para mudar de dimensão).

 

5.09.1 – VELOCIDADE do corpo Astral:

 

5.09.1.1 – Lenta: Velocidade Slow Motion (câmara Lenta), vagarosa, penosa.

 

5.09.1.2 – Normal: Caminhando, marcha comum. Volitando, voando.

 

5.09.1.3 - Intermediária: Velocidade rápida, voando rápido.

 

5.09.1.4 – Rápido: Voar em alta velocidade, as paisagens e imagens passam rápidas numa velocidade impressionante.

 

5.09.1.5 – Supranormal: Acima da compreensão humana, supera a velocidade da luz.

 

 

5.10 - COMUNICABILIDADE CONSCIENCIAL:

5.10.1 - Tipos:

Acontece por meio de diversos meios de expressões: O pensamento como linguagem universal; o pensamento-fala; o diálogo transmental ou telepatia; fala inarticulada humanóide; fala ecoante; voz ressoante.

 

5.10.2 - Fatores:

Entre todos os fatores, o meio ambiente da ultima reencarnação, como gíria, hábito de pensar no idioma vivido (nativo) da última reeencanação. Existe dificuldade de comunicação extrafísica, conforme a densidade do meio ambiente. Portanto é uma realidade que ainda desconhecemos os mecanismos de ocultos de intercomunicação entre as consciências projetadas.

 

5.10.3 - Conscienciês:

Nome do idioma nativo do plano extrafísico, linguagem mental, telepatia, não confundir com pensamento-fala.

 

5.10.4 - Pensamento-Fala:

Em regra geral o projetor escuta o timbre, o sotaque, a voz do seu interceptor, porem não existe propagação de ondas sonoras como acontece no plano físico, seria o ESCUTAR DO PENSAMENTO. Distingue-se fala feminina, masculina e até infantil. Inclusive em alguns casos pode-se perceber os dois processos: Conscienciês (telepatia mental) e o Pensamento-Fala que acontece simultaneamente sendo o processo telepático mais rápido e muito mais completo em compreensão do que o pensamento-fala que se equivale a linguagem limitado do plano físico.

 

 

5.11 - HIBERNAÇÃO CONSCIENCIAL:

Hibernação consciencial: Estado de descoincidência mínima natural, as vezes de apenas alguns centimetros, entre o corpo humano e o corpo astral (psicossoma).  Que se tornam inativos ou quietos, fato que ocorre sempre quando alguém entra no sono natural.

 

Sinônimos: Condição Zero, ponto neutro, zona de quietude.

 

Causas: As causas dessa inatividade, é originada do excesso de cansaço, intoxicação celular por esgotamento da energia cósmica e prânica.

 

Efeitos:  Pouca absorção da energia cósmica.  Mas na hibernação nem sempre ocorre com a inatividade total do corpo, podendo surgirem sonhos, atividade REM (Movimentos oculares).

 

Possessão: Pode ocorrer a hibernação em casos de possessão de um obsessor astral. Quando o possessor, atua no corpo físico e corpo astral é afastada em total inconsciência. Casos mediúnicos também podem ocorrer.

 

 

Fonte: Waldo Vieira (Projeciologia), Silvan Muldoon, Walker.

 

 

5.12 - AMPARADORES:

Definição:

 Amparador: entidade individual, que existe separada do protoplasma, desencarna­da e benfazeja, auxiliar da consciência encarnada durante as saídas extrafísicas e nos períodos vividos fora do corpo humano.

 

Sinonímia:

Acompanhante angélico; acompanhante espiritual; amigo oculto do projetor; anjo; anjo de luz; anjo-da-guarda; auxiliador invisível; auxiliar extrafísico;

companheiro espiritual; conselheiro extra­físico; controle extrafísico; co-piloto extrafísico; desencarnado; "deuses"; entidade astral; entidade psi; escolta extrafísica; espírito ascensor; espírito auxiliador; espírito controlador; espírito famíliar; espírito protetor; figura etéríca; guarda-portão extrafísico; guardião astral; guia astral; guia espiritual; guia protetor; guia viajor; instrutor astral; instrutor oculto; liberador astral; rnentor extra­físico; mentor intangível; mestre-de-cerimônias extrafísico; mestre extrafísico; protetor espiritual; mestre espiritual; guru espiritual; operador invisível; padrinho astral; parceiro extrafísico; parteiro extrafísico; protetor astral; protetor espiritual; querubirn; ser andrógino; ser aparicional radiante; ser de luz; ser híperfísico; socorrista astral; socorrista extrafísico; tutor espiritual; zelador extrafísico.

 

Tipos:

Dentre os tipos extrafísicos de amparadores destacam-se: técnico extrafísico das pro­jeções da consciência; mestre extrafísico; quanto ao visual extrafísico: homem, mulher, criança; ex­parente, ex-amigo, ex-colega, ex-condenado, ou mesmo aparente desconhecido, de maior afinidade, que desencarnou primeiro; presença intangível; amparador de assistência explícita; desobsessor; policial extrafísico; desencarnador (primeira morte); desativador de duplo etérico (segunda morte); etc. Há projetores que chamam ou evocam o pai-amparador, a mãe-amparadora, a irmã-amparado­ra, o primo-arnparador, etc.

 

Extraterrestres (ETs):

Somente as experiências extrafísicas continuadas permitem ao projetor distinguir os amparadores terrestres dos amparadores extraterrestres através de suas formas, sensibilidades, e ocupações peculiares que extrapolam a atmosfera deste planeta.

 

Mordomias:

Dentre suas atribuições ou os serviços extrafísicos de mordomia prestados pelo amparador ao projetor humano projetado durante a projeção consciencial objetivando, ao fim das experiências, a assistência extrafísíca, destacam-se estas dez:

01. Auxílio eficiente nos momentos físicos (relacionados com a projeção consciencial) e nas injunções extrafísicas.

02. Assistência extrafísica íntangível, invisível, ou sutil, freqüente; assistência extraffsi­ca explícita, tangível, ou direta, menos freqüente.

03. Apoio energético: transmissão de energia consciencial.

04. Patrocínio do despertamento extrafísico e das projeções conscientes e semiconscientes, assistidas e comandadas.

05. Aumento da condição de lucidez e da autoconsciêncía da consciência projetada.

06. Promoção de inspirações ou transmissão de sugestões intuitivas.

07. Execução de projeções visuais didáticas.

08. Estabelecimento de contatos interconscienciais.

09. Deslocamentos extrafísicos com volitação em grupo.

10. Manifestação direta da entidade, através do corpo mental, abordando o corpo men­tal do projetor encarnado; etc.

 

Relacionamento:

No relacionamento natural da consciência encarnada com os amparadores não transparecem sinais de misticismos, preconceitos humanos, ou artificialismos de conduta.

Quando o amparador deseja ajudar, assume até a aparência de qualquer dos sexos, ou mesmo am­bos os-sexos se for o caso.

 

Chamamento:

O projetor faz o chamamento do amparador através do pensamento evocativo espontâneo e pela prece sentida.

 

Evolução:

Enquanto os corpos humanos repousam durante o sono natural, as consciências se projetam aos distritos extrafísicos ou ambientes conscienciais que lhes sejam afins. Na projeção dirigida pelo amparador, o projetor vai a distritos extrafísicos tanto desagradáveis quanto avançados e que não lhe correspondem à posição evolutiva.

 

Técnicos:

Os amparadores constituem um tipo particular de entidade extrafísica, mais co­mum no relacionamento extrafísico das consciências encarnadas projetadas do que as outras, por­que eles são expertos ou técnicos em Projeciologia, contudo suas aparências em serviço ou fisiono­mias extraftsicas variam ao infinito.

 

Realidade:

Saindo várias vezes fora do corpo humano, a consciência acaba se encontrando com alguém que costuma ser, o mais das vezes, um amparador. Depois de vários encontros com amparadores diferentes, o projetor, por mais rígido em seus princípios e cético em seus condiciona­mentos humanos, termina se convencendo de que eles não são frutos da consciência coletiva, nem muito menos figuras arquetípicas, ou alucinações universais, mas personalidades tangíveis, inteligências reais e consciências independentes atuantes.

 

Cooperação:

Sejam quais forem os nomes que se lhes apliquem: guias espirituais, mentores, anjos, guardiões, assistentes extrafísicos, liberadores, e a gama variável de suas aparências extrafísicas - homem num trono, monge tibetano, aparição luminosa, foco de energia colorida, criança, mulher, velhinho simpático, parente, amigo, desconhecido - os amparadores funcionam cooperan­do sempre eficientemente com a consciência projetada, porque constitui a sua tarefa, em quaisquer circunstâncias.

 

Graduação:

Urge esclarecer, no entanto que, igual a qualquer técnico em qualquer ramo de serviço humano, o grau de competência varia de amparador para amparador, daí uma das razões da diversificação das formas com as quais eles se apresentam. Existem os amparadores iguais a gente em nível evolutivo e outros extremamente lúcidos, cuja presença comunica equilíbrio e serenidade imensamente distantes do clima terrestre. Todo projetor tem o amparador que merece conforme a pro­jeção que experimenta. Os serviços dos amparadores são mais abrangentes, permanentes, e sofisticados do que supomos à primeira vista.

 

Retenção:

Os amparadores, profundamente versados na mecânica dos processos da projeção consciente, fazem rodízio conforme as conveniências de suas tarefas. Não se pode esquecer que as­sim como ajudam o encarnado a deixar temporariamente o corpo humano, os amparadores auxi­liam-no também .a permanecer no corpo humano, retendo-o no plano físico sem se projetar, quando as circunstâncias assim o exijam para o próprio bem do projetor que às vezes ignora as razões deste procedimento.

 

Programação:

Nas projeções dirigidas pelos amparadores as possibilidades de observação e análise do projetor são programadas. O projetor vê e recorda tão-somente o que decidiram expor, desfrutando fora do corpo humano de uma liberdade condicionada a objetivos maiores que transcendem a sua posição de obscuro operário no último escalão da equipe de trabalho. Nessa situação realista, o ser encarnado acaba se sentindo inteiramente seguro. Vem corroborar este fato a sugestão freqüente dos amparadores de não transcrição das lembranças de uma ou outra experiência embutida numa série de projeções conscientes.

 

Correntes:

Com o prosseguimento das experiências projetivas, a consciência encarnada vem à se relacionar com entidades desencarnadas de diversas correntes de interesses, escolas de aprendiza­gem, filosofias e ocupações extrafísicas, especialmente com estas seis:

§ 01. Indígenas: Seres que viveram nas Américas do Sul e do Norte, e conservam ainda interesses comuns em torno da vida e da natureza. Relacionam-se com as chamadas práticas de feitiçaria, práticas dos cultos afrobrasileiros, e práticas mediúnicas do movimento espírita. Predo­minam em certos núcleos nos ambientes extrafísicos crosta-a-crosta. Entre os seus líderes há grande número de magnetizadores e técnicos especializados em trabalhos conjuntos com os seres inferiores ou animais desencarnados defensores da natureza.

§ 02. Africanos: Seres originários de encarnações entre as tribos primitivas da África, predominam nos ambientes extrafísicos deste continente e atuam sobre as três Américas. Susten­tam extrafisicamente os cultos e sincretismos mediúnico-religiosos em diversos países.

§ 03. Orientais: Seres extrafísicos com experiências humanas recentes, isto é, dos úl­timos séculos, na Indía, no Tibete, na China e circunvizinhanças, cultivam as práticas individuais da iluminação espiritual entre os homens. Dispõem de recursos físicos-extrafísicos com raízes mais profundas nos estudos da Antiguidade. Entusiastas das pesquisas do plano mental. Predominam como inspiradores das religiões orientais, do Zen, da Ioga, etc.

§ 04. Magnetizadores: Entidades quase sempre com raízes reencarnatórias na Europa. Predominam nas atividades crosta-a-crosta junto a tarefas de assistência extrafísica, núcleos da Maçonaria, grande número de fraternidades e correntes espiritualistas .

§ 05. Médiuns: Entidades com experiências encarnatórias em países do Ocidente on­de desempenharam tarefas no campo da medíunidade. São consciências ligadas à assistência extra­física, a todas as demais correntes de entidades crosta-a-crosta, aos espíritas de modo geral, aos umbandistas, aos ex-indígenas extrafísicos, aos pentecostalistas, etc.

§ 06. Artistas: Grupos de entidades extrafísicas que incentivam os artistas em geral, os médiuns intelectuais, os autores e pesquisadores, as instituições culturais, etc.

 

Preconceitos:

A existência e as atividades dos amparadores constituem aspectos dos mais in­teressantes e os mais esquecidos no campo experimental da Projeciologia em razão dos preconceitos científicos e religiosos que ainda envolvem o assunto.

       

Mestre:

É lugar comum nos estudos parapsíquicos afirmarem que "quando o aprendiz está pronto, o mestre aparece". A projeção consciente permite ao encarnado inverter e transcender essa afirmação, pois a consciência mesma deixa o corpo humano, redescobre as realidades extrafísicas, expande a consciência, renova o próprio caminho, e acaba encontrando o benfeitor extrafísico (amparador) que lhe inspira a existência.

 

Intercâmbio:

O contato e o intercâmbio prolongados ou permanentes entre uma consciência encarnada com outra desencarnada dependem de condições e fatores ligados não só à consciência encarnada como também à consciência desencarnada, sendo ambos os tipos importantes.

 

Tipos:

O intercâmbio prolongado a baixo nível, ou seja; crosta-a-crosta, com a consciência desencarnada ainda presa constantemente aos apetites, sensações e mentalidade humanos é sempre mais fácil e comum. Já o intercâmbio prolongado a alto nível parece que somente pode ser manti­do no plano mental, através dos corpos mentais das consciências, depois de certo tempo. Assim que a consciência desencarnada, apura pouco a pouco as suas sensações e interesses, o seu contato com os homens se torna cada vez mais difícil e a sua permanência por aqui representa um sacrifício. Eis porque os contatos extrafísicos mais duradouros só ocorrem em duas fontes simultâneas, por um lado, com a entidade crosta-a-crosta, não evoluída, imprevisível, ou braçal extrafisico, e, por outro lado, com a entidade evoluída, distante da atmosfera humana, ou o mestre extrafísico.

 

Entidades:

A maioria dos médiuns humanos mais desenvolvidos intermediam dois tipos bási­cos de entidades extrafísicas, estando consciente ou não deste fato, e com o predomínio de um ou outro tipo: os operários extrafísicos, que conseguem se manter mais tempo junto à Terra, dedicados às tarefas crosta-a-crosta, adstritos ao corpo emocional (psicossoma), em transmissões mediúnicas mais mecânicas ou motrizes, braçais. no chão do mundo, mais no serviço da consola­ção; e os intelectuais extrafísicos, dedicados às tarefas mentais criativas, que procuram funcionar: pelo corpo mental, em transmissões mediúnicas mais sutis, através das ondas mentais, sem se utilizarem do sistema nervoso e muscular, motriz, do médium, mais em tarefas de esclarecimento.

 

Transfigurações:

Os amparadores apresentam as consciências suficientemente abertas para assistirem, seja consolando ou esclarecendo, quando evocados de mil maneiras, através de inúmeros procedimentos humanos, os seres encarnados em suas tribulações e aflições, aparecendo aos olhos destes transfigurados, respeitando nestas transfigurações os seus hábitos, costumes, tradições, cren­dices e condicíonamentos, Daí porque se caracterizam tal qual: as poderosas entidades exóticas, extraterrestres, aos entusiastas da Ufologia; os seres humanóides de luz para o homem dito civiliza­do; a personalidade do preto velho, do pajé, e outras formas, nas manifestações sincréticas afro-americanas; em forma de águia imensa, pantera negra viva, e outros animais ditos inferiores, perante os indígenas mais primitivos; etc.

 

Serviço:

Engana-se quem julgar que as saídas para fora do corpo humano pareçam tours ou sejam Simples excursões turísticas noturnas, à primeira vista sem nenhuma finalidade nobre. Onde surge um amparador, há serviço edificante de fraternidade sendo executado.

Coerência. As tarefas de assistência extrafísica dos amparadores são disciplinadas, rígidas e permanentes. Foi impressionante e confirmador para este autor encontrar pela primeira vez, com uma amparadora, sozinha, personalidade desconhecida, marcante e inesquecível, num trabalho de assistência em ambiente crosta-a-crosta e, somente quatro anos terrestres depois, voltar a encontrar, pela segunda vez, a mesma individualidade, coerente e perseverante, conservando a mesma aparência, atuando de igual modo, sozinha na mesma linha de ação, noutro serviço de assistência extrafísica, atendendo a outro ser assistido que apresentava necessidades diferentes, noutro distrito crosta-a-crosta.

 

Projetor-amparador:

O projetor consciencial experiente projetado pode servir de amparador para outro projetor consciencial novato projetado.

 

Rodízio:

O projetor consciencial encarnado de hoje pode ser o amparador de amanhã, e vi­ce-versa, no rodízio do ciclo das reencarnações sucessivas.

 

Serenões:

 Os serenões são os amparadores parapsiquicamente evoluídos, verdadeiros fulcros de serenidade operante, anti emotivos, denotando extrema tranqüilidade de espírito, equilíbrio constante, discernimento em tudo e em todas as ações extrafísicas, exibindo sempre a psicosfera límpida ou sem nuvens conscienciais. Os serenões não são robôs, porém mundos conscienciais harmonizados e pacificados por sentimentos elevados, idéias iluminadoras, e vontade desperta.

 

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Bibliografia:

Brittain (206, p. 56), Crookall (323, p. 1), Engel (480, p. 14), Frost (560, p. 56), Gaynor (577, p. 39), Gonçalves (614, p. 5), Greenhouse (636, p. 274), Hives (728, p. 69), Kardec (824, p. 247), Leadbeater (895, p. 27), Meek (1030, p. 147), Mittl (106, p. 5), Monroe (1065, p. 132),  Powell (1278, p. 236), Rogo (1444, p. 59), Schiff (1515, p. 114), Shay (1546, p. 77), Steiger (1601, p. 73), Swedenborg  (1635, p. 121), Vieira (1762, p. 168), Yram (1897, p. 54), Zaniah (1899, p. 60).

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Fonte: Vieira, Waldo – Projeciologia, 1986 – pág. 453.

 

5.13 - ATAQUES EXTRAFÍSICOS:

 

Definição: Ataque extrafísico: ato de alguém atacar agressivamente a personalidade do pro­jetor humano no estado da vigília física ordinária ou quando projetada pelo psicossoma.

 

Sinonímia: agressão extrafísica; assalto extrafísico; ataque astral; ataque oculto; ataque pa­rapsíquico; escaramuça astral.

 

Atacantes: Dentre as características dos atacantes extrafísicos - inclusive consciências encarnadas projetadas - do projetor ou projetora destacam-se: entidade masculina; entidade femini­na; entidade descaracterizada; assaltante habitual; vampiro extrafísico comum; entidade conhecida; entidade

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 desconhecida; entidade consciente; entidade inconsciente; oligofrênico extrafísico; desen­carnado enfermo sem má intenção; grupo de vários atacantes ao mesmo tempo; etc.

Ataques: Dentre as características dos ataques extrafísicos ao projetor ou projetora acontecem mais freqüentemente: a entidade enferma lança-se, com toda aforça de sua impulsão, sobre o psicossoma do projetor projetado; a intenção de cerceamento dos movimentos extrafísicos da consciência projetada; a anteposição de obstáculos extrafísicos sucessivos, ou formas-pensamentos espessas, à translocação livre da consciência projetada, por exemplo, a criação abrupta de porta ou janela sem aberturas, muralhas surgidas à frente inesperadamente; as formas desagradáveis das criaturas; a transfiguração do atacante visando provocar o medo; o lançamento de dardos energéticos; a perseguição franca; a corrida extrafísica; o encantoamento extrafísico; as pressões parapsicológicas; etc.

 

Expressões: Os atacantes extrafísicos em geral têm especial predileção para dirigir expressões acusatórias, quase sempre articuladas verbalmente, ou seja, humanóides, buscando atingir o equilí­brio emocional da consciênca encarnada, projetada, com a criação de uma atmosfera sádica, embaraçante, humilhante, pesadelar. Para isso empregam todos os recursos negativos possíveis, inclusive a exaltação de ações verdadeiras ou a exacerbação de aspectos de erros reais, que vieram a conhe­cer quanto à conduta do projetor que os cometeu.

 

Causas: As causas principais dos ataques extrafísicos à consciência humana projetada fora do corpo humano são: carência energética devido a caso de parapatologia do psicossoma do atacante; parapsicopatia franca; despertamento extrafísico de entidade enferma; motivação emocional sim­ples ou mútua; obsessão declarada; etc.

 

Efeitos: Dentre os efeitos dos ataques extrafísicos ao projetor ou projetora conscientes de­vem ser arrolados: ataques extrafísicos próprios ou provenientes das tarefas da desobsessão extrafísica; influenciação extrafísica temporária; obnubilação consciencial; exaustão física; sono irresistí­vel; drenagem vibratória da consciência do proje.tor projetado; duelos vibratórios; descoincidência vígil; aprendizado das defesas extrafísicas; perda de tempo.e da oportunidade extrafísica; etc.

 

Mental: As abordagens mentais negativas, simples, ocorrem no estado da vigI1ia física ordi­nária ou na fase preparatória para a projeção consciente, na pré-decolagem e por ocasião do despertamento extrafísico da consciência projetada, executados tanto por outras consciências manifes­tando-se pelo psicossoma ou diretamente em corpo mental. No entanto, os ataques extrafísicos os­tensivos, diretos, parecem acontecer somente quando a consciência encarnada se projeta através do psicossoma, não quando projetada isoladamente, apenas através do corpo mental, no plano mental puro.

 

Duplos: Freqüentes ataques das criaturas extrafísicas à consciência encarnada têm início, primeiro, na sua vigília física ordinária, e depois, durante o período da projeção consciente, sendo, portanto, ataques duplos.

 

Natureza: Os ataques extrafísicos podem ser: patológicos, geralmente de origem sexual, etc.; ou inconscientes, executados por entidades parapsicóticas post-mortem.

 

Parapolítica: Os ataques extrafísicos podem também ser gerados por motivos parapolíticos, ou seja, quando a consciência do projetor encarnado, fazendo assistência fraterna, extrafísica, ou qualquer outro trabalho dentro ou fora do corpo humano, vai de encontro às más intenções dos atacantes, transformando-se em obstáculo natural ao prosseguimento do plano de ações empreendidas por eles.

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Bibliografia: Denning (391, p. 223), Drury (414, p. 58), Dubugras (423, p. 49), Fortune (540, p. 51), King (846, p. 105), Lewis (923, p. 201), Llewellyn (939, p. 21), Monroe (1065, p. 119), Muldoon

(1105, p. 292), Sculthorp (1531, p. 49), Vieira (1762, p. 122), Yram (1897, p. 101).

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Fonte: Vieira, Waldo – Projeciologia, pagina 464 – 1986 -RJ

 

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